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SÉRIE A

CBF aguarda estudo para se pronunciar sobre grama sintética

Daniel Costa19 de fevereiro de 2025
CBF aguarda estudo para se pronunciar sobre grama sintética

Em meio à polêmica envolvendo a questão da grama sintética nos estádios brasileiros, a CBF aguarda o resultado de um levantamento para se pronunciar. A entidade recolheu dados junto aos clubes referentes à incidência de lesões no Brasileirão 2024.

 

 

 

 

Assim, a ideia da CBF é avaliar o impacto do gramado sintético, analisando o contexto das contusões: em qual campo ocorreram, qual parte do corpo e se foi muscular. Com isso, será possível estabelecer um diagnóstico sobre a influência do terreno sintético no Brasil.

 

 

Para isso, no entanto, A CBF quer uma amostragem que gere algo de pelo menos mil horas de jogo nesse tipo de gramado para tentar obter alguma amostra que seja estatisticamente relevante. Ou seja, seria necessário analisar, aproximadamente, mais de 600 partidas.

 

 

Na visão da comissão médica da CBF, os estudos científicos no exterior não são conclusivos e confiáveis. Por isso, a entidade quer tirar uma conclusão ‘na prática’. A expectativa é que esse levantamento seja concluído nas próximas semanas.

 

 

Leia mais: Após posts de atletas, clubes tomam decisão sobre grama sintética

 

 

Jogadores e clubes se posicionam sobre a grama sintética

 

 

Na última terça-feira (18), jogadores de vários clubes do Brasil apimentaram o debate sobre o uso de gramados sintéticos nos campos brasileiros. Nomes como Lucas Moura, Thiago Silva, Neymar, Gabigol e Gerson demonstraram ser contra o piso artificial.

 

 

Por outro lado, alguns times que já usam o gramado artificial, caso de Palmeiras e Botafogo, se posicionaram em defesa da manutenção do piso artificial no Brasil. O Atlético, que vem reformando o gramado da Arena MRV também para o sintético, concordou com o Verdão e o Glorioso.

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